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Richard Strauss ocupa um lugar singular na história da música: herdeiro do…

Richard Strauss, um criador entre dois séculos que deixou uma obra vasta e multifacetada, que continua a desafiar intérpretes e a fascinar ouvintes. A sua música, ora grandiosa, ora intimista, permanece como testemunho de um artista que soube reinventar‑se sem perder a ligação às raízes da tradição europeia. O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX) Richard Strauss (1864 - 1949) OUVERTURE Richard Strauss ocupa um lugar singular na história da música: herdeiro do romantismo alemão e ao mesmo tempo protagonista da modernidade, foi capaz de transformar a orquestra num vasto laboratório de cores e narrativas. Richard Strauss: Suite in B-flat major for 13 wind instruments,Op. 4, TrV 132 - I. Praeludium Richard Strauss: Serenata para sopros em Mi ♭ maior, Op. 7, TrV 106 Dos poemas sinfónicos que reinventaram o género — como “Don Juan” ou “Also sprach Zarathustra” — às óperas que marcaram o início do século XX, de “Salome” a “Der Rosenkavalier”, Strauss deixou uma obra...

Considerado durante muito tempo como autor literário, a música de Claude Debussy libertou-se dos cânones…

. Mais de um século após a morte de Claude Debussy, continuam a surgir novas formas de compreender a sua escrita e o seu impacto. Antes de avançarmos, importa sublinhar alguns apontamentos que incentivam uma escuta atenta e que, ao mesmo tempo, preparam o terreno para contrastes decisivos com outros universos sonoros. O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXIX - Parte 12) Claude Debussy (1862 - 1918) “(…) Considerado durante muito tempo como autor literário, por causa de sua ligação com a Poesia Simbolista e com o Impressionismo , foi reconhecido mais tarde como inovador em termos propriamente musicais. (…)” (https://www.ebiografia.com/claude_debussy/) Claude Debussy: "Trois Ssquisses Symphoniques", L. 109 - La Mer Claude Debussy: Images pour orchestre, L. 122 “(…) Na obra de Debussy, a música libertou-se dos cânones tradicionais das repetições e das cadências rítmicas. Desobedecendo também as normas da harmonia clássica, ele deu excepcional...

O último trabalho de Claude Debussy, foi executado em maio de 1917, com ele…

E assim encerramos mais um capítulo desta viagem pela História da Música Ocidental. Mas a jornada está longe de terminar — o Romantismo aguarda-te com toda a sua intensidade. O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXIX - Parte 11) Claude Debussy (1862 - 1918) “(…) Seu último trabalho, a “Sonata para Violino e Piano” (1915) foi executado em maio de 1917, com ele no piano. Em setembro desse mesmo ano, apresentou essa peça na cidade de Saint-Jean-de-Luz, na França, a última vez que se apresentou em público. (…)” (https://www.ebiografia.com/claude_debussy/) Claude Debussy: Sonata para Violino e Piano em Sol menor, L. 140 - 1. Allegro vivo Claude Debussy: Sonata para Violino e Piano em Sol menor, L. 140 - 2. Intermède: Fantasque et léger Claude Debussy: Sonata para Violino e Piano em Sol menor, L. 140 - 3. Finale: Très animé “(…) Claude Debussy faleceu em Paris, França, no dia 25 de março de 1918, em consequência de um câncer, diagnosticado em 1909 (…), “(…) durante...

O Reconhecimento de Claude Debussy como compositor só veio em 1902, com a estreia da…

O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXIX - Parte 10) Claude Debussy (1862 - 1918) “(…) O Reconhecimento de Debussy como compositor só veio em 1902, com a estreia da ópera “Pélleas et Mélisande", em Paris. A fama crescente do músico o levou para Londres (1909), Viena e Budapeste (1910), Turim (1911), Rússia (1913-14), Holanda e Roma (1914), para dirigir suas próprias composições. (…)” (https://www.ebiografia.com/claude_debussy/)(…)” (https://www.ebiografia.com/claude_debussy/) Claude Debussy: Ópera "Pelléas et Mélisande", FL. 93 (drame lyrique em 5 atos e 12 tableaux) Claude Debussy: "Rodrigue et Chimène" - Opéra inachevée en 3 actes, L. 72 Claude Debussy: Trois Ballades de François Villon para Voz e Piano, L. 126 (119): 1. Ballade de Villon à s’amie Claude Debussy: Trois Ballades de François Villon para Voz e Piano, L. 126 (119): 2. Ballade que Villon feit à la requeste de sa mère Claude Debussy: Trois Mélodies de Verlaine (Poemas de Pau...