Richard Strauss, um criador entre dois séculos que deixou uma obra vasta e multifacetada, que continua a desafiar intérpretes e a fascinar ouvintes. A sua música, ora grandiosa, ora intimista, permanece como testemunho de um artista que soube reinventar‑se sem perder a ligação às raízes da tradição europeia.
O Romantismo do Século XIX
(1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX)
Richard Strauss
(1864 - 1949)
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Richard Strauss ocupa um lugar singular na história da música: herdeiro do romantismo alemão e ao mesmo tempo protagonista da modernidade, foi capaz de transformar a orquestra num vasto laboratório de cores e narrativas.
Richard Strauss: Suite in B-flat major for 13 wind instruments,Op. 4, TrV 132 - I. Praeludium
Richard Strauss: Serenata para sopros em Mi♭ maior, Op. 7, TrV 106
Dos poemas sinfónicos que reinventaram o género — como “Don Juan” ou “Also sprach Zarathustra” — às óperas que marcaram o início do século XX, de “Salome” a “Der Rosenkavalier”, Strauss deixou uma obra que combina ousadia técnica, intensidade dramática e um lirismo inesquecível. A sua vida atravessou épocas turbulentas, mas a música permaneceu como testemunho da ambição artística de um criador que nunca deixou de dialogar com tradição e inovação.
Richard Strauss: Don Juan, Op. 20, TrV. 156
Richard Strauss: Don Quixote, Op. 35, TrV 184 - Variation II. Kriegerisch
Richard Strauss: Ópera Salome, Op. 54, TrV 215: Scene 4 - Dance of the Seven
Richard Strauss: Streichquartett in A-Dur , Op. 2, TrV. 95 - I. Allegro
Richard Strauss: Piano Schneiderpolka, TrV. 1
Richard Strauss: Piano Sonata in E Major, Op. 38, TrV 47 - No. 1: I. Allegro
Richard Strauss: Fünf Klavierstücke, Op. 3, TrV 105 - I. Andante
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