Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta João Domingos Bomtempo

Em agosto de 1842, na igreja dos Caetanos, João Domingos Bomtempo dirigiu aquela que viria a ser…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2.5) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Depressa recuperou na corte o prestígio que outrora gozara. Quando se comemorou o primeiro aniversário da morte de D. Pedro, em 1835, compôs uma sinfonia fúnebre e um libera-me, para se executarem nas exéquias. Fundando-se o Conservatório por decreto de 5 de maio do referido ano de 1835, ficando anexo provisoriamente à Casa Pia, teve como professores os do Seminário Patriarcal, que fora extinto, e por director Domingos Bomtempo (V. Conservatório). Mais tarde, estando já no edifício que actualmente ocupa, realizou-se em 7 de agosto de 1842, na igreja dos Caetanos, uma solenidade em que os professores e os alunos executaram uma festiva missa escrita por Bomtempo e que ele próprio dirigiu. Foi esta a sua última manifestação artística, porque dez dias depois faleceu, vítima duma apoplexia. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: “libera-...

Com a aproximação da Guerra Civil, e depois das cortes terem sido dissolvidas, João Domingos Bomtempo, apesar das…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2.4) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Com a aproximação da Guerra Civil, começou a decadência da Sociedade Filarmónica que por fim terminou, quando D. Miguel entrou a barra de Lisboa e as cortes foram dissolvidas, começando o governo absoluto. Bomtempo, apesar das altas protecções de que dispunha, viu-se obrigado a refugiar-se no consulado da Rússia, porque o cônsul, Carlos de Razewich, era seu amigo íntimo, e assim passou em segurança até que se restabeleceu o regime constitucional. D. Pedro IV nomeou-o professor de D. Maria II e condecorou-o com a comenda da Ordem de Cristo. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 10 in E flat Major, Op. 18, no. 3: 1. Allegro moderato assai João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 10 in E flat Major, Op. 18, no. 3: 3. Allegro scherzando João Domingos Bomtempo: Serenata para Piano e SEXTETO de Cordas em Fá maior (co...

Com a protecção de que Bomtempo gozava, tanto no paço como na alta nobreza, conseguiu…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2.3) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Com a protecção de que Bomtempo gozava, tanto no paço como na alta nobreza, conseguiu tempo depois que a Sociedade Filarmónica continuasse, e o duque de Cadaval cedeu para os concertos a parte do seu grande palácio, denominado Palácio velho, que tinha amplos salões luxuosamente decorados, tendo uma grandiosa entrada. Este palácio estava situado no local onde hoje vemos a estação central dos caminhos-de-ferro. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Variations for piano on a them  from “Die Zauberflöte” ()W. A. Mozart) in G minor, Op. 21 João Domingos Bomtempo: Op. 15 No. 3 - Variações para piano acerca duma canção popular francesa “(…) Inaugurou-se esta segunda época, que foi a mais auspiciosa. Inscreveram-se então como sócios muitas pessoas da nossa primeira sociedade, em que figuraram os duques de Cadaval e de Latões, conde...

Bomtempo conseguiu então realizar a sua ideia de instituir uma Sociedade Filarmónica, como a…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2.2) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Bomtempo conseguiu então realizar a sua ideia de instituir uma Sociedade Filarmónica, como a de Londres, e para isso instalou-se numa casa da rua Nova do Carmo, começando em agosto de 1822 a primeira série dos notáveis concertos periódicos, em que prestou grandes serviços à arte, desenvolvendo o gosto pela boa música, agrupando um conjunto de excelentes amadores, que por ele consagravam adoração, incitando-os a aperfeiçoarem-se. A sociedade tomou rápido incremento. Os seus concertos, porém, foram proibidos, quando se deu a contra-revolução em virtude da Vilafrancada, promovida pelo infante D. Miguel em 27 de maio de 1823. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 2 em Ré maior: 1. Sostenuto - Allegro moderato João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 2 em Ré maior: 2. Allegretto João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 2 em Ré ...

De regresso a Lisboa, Domingos Bomtempo tornara-se o músico favorito do governo constitucional…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2.1) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Chegando o ano de 1820, e o dia 24 de agosto, que marcou a primeira data na história da nossa Guerra Civil, regressou a Lisboa, e apresentou-se na sessão das célebres, populares Cortes que se reuniram, em 9 de março de 1821, oferecendo ao Soberano Congresso uma nova missa composta por ele em homenagem à regenerarão portuguesa. Foi geralmente aplaudido. A missa não se imprimiu, mas cantou-se em S. Domingos na festa do dia 28, a que se seguiu um Te-Deum, também da sua composição. No dia 20 de outubro de 1821 celebrou-se a memória de Gomes Freire de Andrade e dos supliciados de 1817, para a qual escreveu Bomtempo uma nova missa de requiem. Tornara-se o músico favorito do governo constitucional, D. João VI estimava-o muito, e foi ele ainda o escolhido para dirigir a parte musical nas exéquias de D. Maria I, celebradas por ocasião de se trasladarem para Lisboa os seus restos mortais. E...

No fim de 1816, João Domingos Bomtempo encontraria o país de luto pela morte de D. Maria I, tentou dar um concerto público, mas…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 2) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Saindo de Londres passou a Paris, e dali regressou a Lisboa, onde chegou pelos fins do ano de 1816, vindo encontrar o país de luto pela morte de D. Maria I, o que muito o contrariou. Terminando o luto tentou dar um concerto público, mas não pôde realizá-lo. Partiu de novo para Paris, na pior época para a cultura das artes. Reinava Luís XVII!, e esse reinado foi uma constante agitação política. Estando depois em Lisboa, escreveu uma missa de Requiem consagra­da á memoria de Camões. Mandou-a para Londres onde se imprimiu, lendo-se o seguinte no frontispício: Messe de Requiem à Quatre voix, Choeurs,et grand Orchestre, Ouvrage consracré à la Mémoire de Camões. Diz-se ser esta a obra prima de Bomtempo. Voltou pela terceira vez a Londres, gozando sempre da maior consideração. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Requiem A Camões, Op. 23 e...

Domingos Bomtempo teve ensejo de se apresentar uma vez no seu meio favorito, que era a alta sociedade. O cônsul espanhol…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.9) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Ainda assim teve ensejo de se apresentar uma vez no seu meio favorito, que era a alta sociedade. O cônsul espanhol em Lisboa, para solenizar o facto de Fernando VII ter sido reintegrado no trono em consequência da paz geral, deu uma festa diplomática, e convidou o ilustre artista para compor, ensaiar e dirigir uma cantata alegórica, em cuja execução tomaram parte as sobrinhas e parentes do referido cônsul. A cantata teve o titulo de O anúncio da paz, realizando-se a festa em 30 de maio. Tendo visto estabelecer-se em Londres com grande êxito, em 1812, a célebre Sociedade Filarmónica, que existe ainda hoje, tentou reproduzi-la em Lisboa, chegando a fazer algumas tentativas, mas a ideia não foi avante, e Bomtempo voltou a Londres, onde publicou mais três Sonatas de sua compo­sição. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Cantata A paz da Europa...

João Domingos Bomtempo regressou ao reino em 1815, porém, questões políticas não permitira que demonstrasse o seu talento…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.8) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Publicou em seguida outras composições, cujos títulos, traduzidos do inglês, são: Primeira grande sinfonia arranjada para dois executantes em um piano, e dedicada ao seu amigo João da Rocha Pinto pelo autor; Quarto grande concerto para piano forte que tenha as teclas adicionais agudíssimas, e adaptado também para os instrumentos de construção ordinária, com acompanhamento de orquestra completa, composto e dedicado a Mr. A. de Paiva, por J. D. Bomtempo. Esta música foi executada pelo autor no seu concerto dado em Hanover Square. Publicou mais, também com os títulos em inglês: Uma Sonata fácil para piano forte com acompanhamento, à vontade, para violino, composta e dedicada aos seus discípulos; Grande fantasia para piano forte, composta e dedicada ao seu particular amigo, o Sr. F. Pinto; Duas Sonatas e uma Ária popular com variações para piano forte, com um violino de acompanhament...

A primeira composição impressa em Londres de Bomtempo, parece ter sido umas variações sobre o tema…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.7) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) A primeira composição impressa em Londres, parece ter sido umas variações sobre o tema de Paesiello: Nel cor piú non mi sento. Imprimiu-se depois o terceiro concerto, e o capricho e variações sobre o hino inglês, com o título seguinte, escrito em inglês: Capricho e Deus salve o Rei, com variações, composto e dedicado, com permissão, a sua Alteza o Duque de Sussex. (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Piano Concertos No. 2 in F Minor, Op. 3: 1. Allegro Commodo João Domingos Bomtempo: Piano Concertos No. 2 Iin F Minor, Op. 3: 2. Adagio João Domingos Bomtempo: Piano Concertos No. 2 in F Minor, Op. 3: 3.  Rondo, Allegro Brillante “(…) Publicou mais as suas primeiras Três grandes Sonatas para piano forte, sendo a terceira com acompanhamento de violino obrigado. Quando chegou a Londres a notícia que o Exército anglo-luso havia ex...

Em 1809, Domingos Bomtempo compôs a sua primeira sinfonia para orquestra, que se executou num concerto…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.6) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) No ano de 1809 compôs a sua primeira sinfonia para orquestra, que se executou num concerto dado em Janeiro de 1810. Em outubro deste ano partiu para Londres, onde foi brilhantemente recebido, alcançando amigos e grande protecção tanto entre a colónia portuguesa, como entre as principais famílias inglesas, contando-se neste numero a duquesa de Hamilton, cuja a filha foi sua discípula. Estava então em Londres o artista Muzio Clementi, dirigindo a fábrica de pianos e imprensa de música, por ele fundada, com quem Bomtempo travou relações íntimas, assim como com os sócios de Clementi, os irmãos Collard. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 1 em Mi Bemol Maior, Op. 11: 1. Largo - Allegro vivace João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 1 em Mi Bemol Maior, Op. 11: 2. Menuetto João Domingos Bomtempo: Sinfonia No. 1 em Mi Bemol Maior, Op....

A primeira composição que João Domingos Bomtempo publicou, foi uma sonata dedicada a…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.5) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) A primeira composição que publicou, foi uma sonata dedicada a D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente D. João, depois D. João VI. Existe na biblioteca da Ajuda, e tem o seguinte titulo: Grande Sonate pour le Piano Forte, composée et dediée à Son Altesse Royale Ia Princesas de Portugal, par J. D. Bomtempo. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: Grande Sonate pour le Piano Forte “(…) Sucessivamente publicou: Primeiro concerto, em mi bemol, para piano e orquestra, Segundo concerto em fá menor, para piano e orquestra, e umas variações sobre o Minuete afandangado. Esta primeira época, em que Bomtempo residiu em Paris, foi o seu período de estudo e iniciação; convivendo com artistas de primeira ordem, devia ter tirado dessa convivência o máximo proveito para o seu adiantamento. Filippe Libon, o mais aplaudido violinista de Fran...

Em 1802 chegou a Paris o criador da moderna escola de piano, Macio Clementi, acompanhado do seu…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.4) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Era justamente a época em que o consulado de Bonaparte sucedera ao directório republicano, época de reconstituição social, favorável aos artistas, que se viam festejados nos salões parisienses, onde se reuniam aristocratas e burgueses, esquecendo passados ódios e entregues à cultura do espírito. Com tais qualidades, um artista de natural vocação, estudioso e hábil, dedilhando ao piano com facilidade, não podia deixar de ser bem acolhido no meio social em que se encontrava. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 9 in F Minor, OP. 18, no. 2: 1. Allegro risoluto João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 9 in F Minor, OP. 18, no. 2: 2. Adagio João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 9 in F Minor, OP. 18, no. 2: 3. Allegro agitato “(…) Em 1802 chegou a Paris o criador da moderna escola de piano, Macio Clementi, aco...

Bomtempo saiu de Lisboa, em direcção a Paris, levando apenas consigo duas…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.3) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Em 1801, estando o país mais sossegado das agitações políticas pelo tratado de paz assinado em Badajoz entre Portugal, Espanha e França, saiu de Lisboa, em direcção a Paris, levando apenas consigo duas peças de ouro e uma carta de recomendação escrita pelo barão de Sobral, Geraldo Venceslau Braamcamp. Nessa época existia em Paris uma numerosa colónia portuguesa em que se encontravam alguns emigrados políticos, entre os quais se contava o poeta Francisco Manuel do Nascimento, Filinto Elísio. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 7 , in G Minor , Op. 15, No. 2: 1. Largo assai con molta expressione João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 7 , in G Minor , Op. 15, No. 2: 2. Presto assai João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 8 in G Major, Op. 18, no. 1: 1. Allegro moderato cantabile João Domingos Bomtempo: PIAN...

Domingos Bomtempo, desejando aperfeiçoar-se na arte a que se dedicara, resolveu ir estudar…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo VII - Parte 1.2) João Domingos Bomtempo (1775 - 1842) “(…) Seu pai faleceu em 1795, deixando numerosa família em más circunstâncias, e João Domingos Bomtempo, que já tinha vinte anos, foi nomeado para o lugar de seu pai na orquestra real, com o encargo de sustentar mãe e irmãs, porque os irmãos todos encontraram colocação. Desejando aperfeiçoar-se na arte a que se dedicara, resolveu ir estudar fora do reino, influído com o exemplo de Marcos de Portugal, que estava então na Itália. (…)” (https://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html) João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 5 in C Major, Op. 13: 1. Allegro Risoluto João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 5 in C Major, Op. 13: 2. Largo João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 5 in C Major, Op. 13: 3. Rondo - Allegro brillante João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 6 in A flat Major, Op. 15, no. 1: 1. Allegro João Domingos Bomtempo: PIANO SONATA No. 6 in A flat Major, O...