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🎧 O Musikes está de volta! Entras ou ficas a ouvir à porta?

🎵 O Musikes abre novamente as portas. Se já costumas passar por aqui , entra — o som continua quente. Se é a tua primeira visita, deixa-te ficar: este é um lugar onde a música ganha corpo, memória e conversa. Depois de um tempo de silêncio fértil, daqueles que afinam o ouvido e deixam nascer novas ideias, o Musikes – Grandes Músicas… Grandes Épocas! regressa ao palco. Volta com vontade de revisitar histórias, redescobrir obras que merecem nova luz e percorrer épocas que continuam a ecoar dentro de nós. Cada publicação será um pequeno desvio no tempo, uma paragem para escutar com atenção aquilo que tantas vezes passa depressa demais. Estou também no Facebook , onde cada novo texto encontra mais vozes, mais partilhas e mais vida. É lá que divulgo também o que se move culturalmente pela Maia e pelo Grande Porto — concertos, iniciativas, encontros que valem a pena. 👉 Junta-te à conversa, deixa o teu comentário, partilha o que te toca e ajuda a fazer crescer esta comunidade que vive ao r...

O Musikes faz uma pausa de verão 🏖️ A música fica a marcar o compasso, e em setembro regresso com novas paisagens para escutar.

O Musikes faz agora uma pequena pausa de verão, mas não perde o ritmo! Entre janeiro e julho , viajámos por dois mundos muito distintos: o refinamento luminoso de Claude Debussy e o teatro ardente de Richard Strauss. Foram meses de escuta, descoberta e novas formas de entender o século XIX e o início do XX. Em setembro, regresso com novos artigos, novas épocas e novas formas de ouvir o mundo. Até lá, o blogue continua vivo — e também no nosso Facebook , — cheio de música, de viagens no tempo e de histórias que talvez ainda não tenhas descoberto. Se já nos acompanhas , fica por perto; se estás a chegar agora, aproveita para explorar . Há sempre algo que te pode surpreender! Visita e explora o "Musikes - Grandes Músicas… Grandes Épocas!" Em: https://musikes.aescas.net 💬 Fala comigo! Tens sugestões, ideias ou perguntas? O espaço é teu — comenta, partilha e ajuda-me a fazer crescer esta comunidade. Segue-me no Facebook para sugestões culturais, novidades musicais e muito mais!...

Todas as obras citadas são exemplos perfeitos dos três géneros em que Richard Strauss foi um…

Com este post, concluímos a longa jornada dedicada a Richard Strauss. Ao longo destes episódios, acompanhámos os seus momentos decisivos, as mudanças de rumo e a afirmação de uma voz que marcou o século XX. O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX - Parte 17) Richard Strauss (1864 - 1949) Em jeito de conclusão, “(…) Todas as obras citadas são exemplos perfeitos dos três géneros em que Strauss foi um mestre consumado: o poema sinfónico, a ópera e o lied. Excettuando-se as incursões que fez nos géneros clássicos (as primeiras composições, a Sinfonia Doméstica, a Sinfonia Alpina, os concertos para oboé e trompa), estes foram os únicos géneros que trabalhou. (…)” (https://biografias.hi7.co/biografia-de-richard-strauss-5644070b53df8.html) Richard Strauss: Konzert für Violine in d-Moll, TrV 110 (completo) Richard Strauss: Hornkonzert Nr. 1 in Es-Dur, TrV 117 (completo) Richard Strauss: Burleske für Klavier und Orchester, TrV 145a (completo) Richard Strauss: Suite in B...

Richard Strauss tem quatro fases principais em sua carreira: a primeira, descontando-se as obras…

O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX - Parte 16) Richard Strauss (1864 - 1949) “(…) Richard Strauss tem quatro fases principais em sua carreira: a primeira, descontando-se as obras juvenis, "moderna" (pelo menos para sua época), dos poemas sinfonicos como Don Juan e Assim falou Zaratustra; a segunda, das "óperas sombrias" Salomé e Elektra; a terceira, das "óperas róseas" O cavaleiro da rosa e Ariadne auf Naxos; a última, com as últimas obras-primas, Metamorfoses e as Quatro últimas canções. (…)” (https://biografias.hi7.co/biografia-de-richard-strauss-5644070b53df8.html) Richard Strauss: Don Quixote, Op. 35, TrV 184 - Variation IV. Etwas breiter Richard Strauss: Don Quixote, Op. 35, TrV 184 - Variation V. Sehr langsam Richard Strauss: Don Quixote, Op. 35, TrV 184 - Variation VI. (Ohne Titel) – nur Vortragsbezeichnung Richard Strauss: Don Quixote, Op. 35, TrV 184 - Variation VII. (Ohne Titel) Richard Strauss: Also sprach Zarathustr...

Richard Strauss é um artista de transição. Embora se tenha definido como um "músico do…

Estamos quase a fechar este capítulo extenso dedicado ao compositor Richard Strauss. Depois de tantos momentos, obras e viragens, restam apenas mais alguns posts antes de concluirmos esta jornada. É aquele instante em que se olha para trás com surpresa pela distância percorrida… e para a frente com curiosidade pelo que ainda falta revelar. O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX - Parte 15) Richard Strauss (1864 - 1949) “(…) Richard Strauss é um artista de transição. Embora se tenha definido como um "músico do futuro" na juventude e assustado os críticos com as "cacofonias heterodoxas" de seus primeiros poemas sinfónicos, ao morrer, era, perto de compositores como Stravinsky e até mesmo de contemporâneos como Debussy, um músico do século XIX. (…)” (https://biografias.hi7.co/biografia-de-richard-strauss-5644070b53df8.html) Richard Strauss: Suite in B-flat major for 13 wind instruments,Op. 4, TrV 132 (completo) Richard Strauss: Also sprach Zara...

Com esta magistral coleção de lieder, Richard Strauss dava adeus à vida. A última canção termina com uma…

O Romantismo do Século XIX (1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXX - Parte 14) Richard Strauss (1864 - 1949) “(…) Com esta magistral coleção de lieder, Strauss dava adeus à vida. A última canção termina com uma comovente citação de uma obra de juventude, Morte e transfiguração. No dia 8 de setembro de 1949, morria Richard Strauss. (…)” ( https://biografias.hi7.co/biografia-de-richard-strauss-5644070b53df8.html ) Richard Strauss: Vier letzte Lieder, TrV 296 - I: Frühling Richard Strauss: Vier letzte Lieder, TrV 296 - II: September Richard Strauss: Vier letzte Lieder, TrV 296 - III: Beim Schlafengehen Richard Strauss: Vier letzte Lieder, TrV 296 - IV: Im Abendrot “(…) Richard Strauss, que nasceu enquanto Wagner erigia seu templo musical e enquanto Brahms escrevia suas obras-primas, morreu junto com Bartók e Schoenberg, dois grandes símbolos da modernidade vanguardista da primeira metade do século XX. E acabou não pertencendo a nenhuma das duas correntes. (…)” ( https://biog...