O Romantismo do Século XIX
(1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXIX - Influências históricas, parte 2)
Claude Debussy
(1862 - 1918)
“(…) Para os simbolistas, a arte deveria apelar, em primeiro lugar, aos sentidos, e não ao intelecto. Os pintores impressionistas, por sua vez, enfatizavam o jogo da luz nas superfícies e o uso da cor como um fim em si. (…)” (https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/)
“(…) Debussy tinha grande sensibilidade, não somente para a música, mas também para as outras artes, e tanto o Simbolismo como o Impressionismo o influenciaram muito. Em 1887, começou a frequentar as reuniões dos poetas simbolistas em Montmartre. (…)” (https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/)
Claude Debussy: Cantata pour Soprano "La Damoiselle élue", L. 126 (coro feminino e orquestra)
O próprio Debussy expressa, assim, suas crenças:
“O principal objetivo da música é dar prazer (…). Estou cada vez mais convencido de que a música não é, em sua essência, uma coisa que pode ser moldada em uma forma tradicional e fixa (como em uma sinfonia tradicional). Ela é feita de cores e de ritmos.” (…)” (https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/)
Claude Debussy: Fantaisie pour piano et orchestre, L. 73: I. Andante ma non troppo
Claude Debussy: Préludes (Livro 1), L. 117 - No. 8: La fille aux cheveux de lin
Claude Debussy: Trois pièces pour piano, L. 121: III. La plus que lente
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