Entre pressões externas e um país em busca de voz própria, Sibelius encontrou na música uma forma de presença pública. O artigo ajuda a perceber como esse gesto o projetou internacionalmente.
O Romantismo do Século XIX
(1810 - 1910, Vol. VII, Capítulo XXXI - Parte 6)
Jean Sibelius
(1865 - 1957)
No clima político dos anos 1890, marcado por pressões de russificação, composições como a Karelia Suite (1893) e o poema sinfónico Finlandia (1899, rev. 1900) tornaram‑se gestos públicos de afirmação cultural e projectaram o compositor para além das fronteiras finlandesas. (Glenda Dawn Goss, Sibelius: A Composer’s Life and the Awakening of Finland; Erik Tawaststjerna, Jean Sibelius, vol. 1; Fabian Dahlström, Jean Sibelius: A Bio‑Bibliography)
Jean Sibelius: Finlandia, Op.26
Jean Sibelius: Karelia-sarja (suíte orquestral), Op. 11
Jean Sibelius: Pelléas ja Mélisande, Op.46, Suíte Orquestral
Jean Sibelius: Belsazarin pidot, Op.51, Suite Orquestral - I. Oriental Procession
Jean Sibelius: Belsazarin pidot, Op.51, Suite Orquestral - II. Solitude
Jean Sibelius: Belsazarin pidot, Op.51, Suite Orquestral - III. Nocturne
Jean Sibelius: Belsazarin pidot, Op.51, Suite Orquestral - IV. Khadra’s Dance
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