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Quando, na segunda metade do século 18, se ouvia um músico europeu falar ou escrever sobre o "Grande Bach", ele normalmente não estava se referindo ao célebre Johann Sebastian, morto em 1750, e sim a seu segundo filho, Carl Philipp Emanuel Bach.

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo III - Parte 1.1) “Quando, na segunda metade do século 18, se ouvia um músico europeu falar ou escrever sobre o "Grande Bach", ele normalmente não estava se referindo ao célebre Johann Sebastian, morto em 1750, e sim a seu segundo filho, Carl Philipp Emanuel Bach. Entre os vários irmãos que se tornaram músicos profissionais, ele era considerado um vanguardista, um revolucionário, arauto de uma nova época musical, de Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto) e Empfindsamkeit (Sentimentalismo) pré-românticos. (…)” (https://www.dw.com/pt-br/carl-philipp-emanuel-300-anos-de-um-bach-negligenciado/a-17482545) C. P. E. Bach: Six Prussian Sonatas, WQ 48: Sonata No. 5 in C Major, 2. Andante C. P. E. Bach: Six Prussian Sonatas, WQ 48: Sonata No. 3 in E Major, 3. Presto “(…) “Toda a alma dele está ali, em atividade. Alma, expressão, emoção: Bach foi o primeiro a dá-las ao piano." Assim o crítico e autor de obras sobre música Johann Friedri...

Possivelmente o compositor mais importante de sua geração, Carl Philipp Emanuel Bach fez a ponte entre o estilo barroco de seu pai…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo III) “(…) Possivelmente o compositor mais importante de sua geração, Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788) fez a ponte entre o estilo barroco de seu pai, Johann Sebastian Bach, e o estilo de Haydn e Mozart. Desenvolveu a sonata, sendo renomado tecladista e autor de A verdadeira arte da execução do teclado, maior tratado sobre a música do século XVIII. Na sua obra, destacam-se as Seis Sonatas Prussianas, compostas não para o cravo, e sim para o mais sereno e sensível clavicórdio, instrumento capaz de expressar melhor as sutis, mas intensamente emocionais; a Sinfonia em Mi bemol maior, WQ179, uma das oito Sinfonias Berlinenses, que reflete claramente o novo estilo clássico, com seus efeitos homofónicos e simples (em lugar de polifónicos e complexos do Barroco); o Magnificat em Ré maior, WQ125, que teve como modelo o do seu pai (BWV 243). (…)” (https://revistasera.info/2016/10/a-musica-do-classicismo-1750-1820-frederico-toscano/) C. P. ...

No final de 1776 chega a Paris Niccolò Piccini, considerado o rival de Gluck. Os defensores dos dois compositores começaram um…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo II - Parte 1.6) Christoph Willibald Gluck (1714 - 1787) “(…) No final de 1776 chega a Paris Niccolò Piccini, considerado o rival de Gluck. Os defensores dos dois compositores começaram um acirrado debate sobre qual seria a melhor forma de teatro de ópera que estaria mais de acordo com o espírito francês da época. Em maio de '1779 Ifigênia em Táuride obteve um grande sucesso, mas o mesmo não aconteceu com Eco e Narciso, retumbante fracasso.  Gluck voltou a Viena abatido e após vários anos de doença, morreu nesta cidade em 1787.” (https://www.last.fm/pt/music/Christoph+Willibald+Gluck/+wiki) Christoph Willibald Gluck: ópera “Iphigénie en Tauride”, Wq. 46 (completa) Christoph Willibald Gluck: “Le cinesi”, Wq. 18: Sinfonia Christoph Willibald Gluck: Flute Concerto in G major Christoph Willibald Gluck: Música Sacra: “De profundis”

No ano seguinte, o trio produziu Orfeu e Eurídice, destina a tornar-se a ópera mais famosa de Gluck…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo II - Parte 1.5) Christoph Willibald Gluck (1714 - 1787) “(…) No ano seguinte, o trio produziu Orfeu e Eurídice, destina a tornar-se a ópera mais famosa de Gluck. Seguiram-se outras duas óperas, Alceste, de 1767 e Páris e Helena, em 1770. Depois desta experiência, Paris tornou-se para Gluck um novo centro intelectual pronto a acolher seu talento. O marquês Le Blanc du Roullet encarregou-o de uma ópera cujo libreto foi adaptado de um texto de Racine: Ifigênia em Áulide foi apresentada em 1774 e obteve um enorme sucesso. Foi seguida poucos meses depois de Orphée et Eurydice, versão francesa de Orfeo ed Euridice. Em 1776, Alceste também foi adaptada. (…)” (https://www.last.fm/pt/music/Christoph+Willibald+Gluck/+wiki) Christoph Willibald Gluck: Ópera "Páris e Helena” ()completa Christoph Willibald Gluck: Ópera "Alceste" ()completa Christoph Willibald Gluck: ópera “Orfeo ed Euridice”, Wq. 30 (completa)

Em 1752 retornou a Viena onde, nomeado Kapellmeister de uma importante orquestra, conseguiu certa…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo II - Parte 1.4) Christoph Willibald Gluck (1714 - 1787) “(…) Em 1752 retornou a Viena onde, nomeado Kapellmeister de uma importante orquestra, conseguiu certa estabilidade econômica até sua morte. Conheceu Giacomo Durazzo, diretor de dois importantes teatros vienenses, muito apreciados por parte de muitas pessoas pertencentes ao mundo intelectual e aristocrático que buscavam restaurar o teatro de ópera.  Gluck envolveu-se em algumas representações com algumas companhias de ópera cômica francesa e estreou a ópera Don Juan em 1761, com a colaboração de um conhecido bailarino e coreógrafo, Gasparo Angiolini, que colaborou come le também na Itália. (…)” (https://www.last.fm/pt/music/Christoph+Willibald+Gluck/+wiki) Christoph Willibald Gluck: Ópera “Don Juan”, le Festin de Pierre, Excerpts: Wq. 52 “(…) Durante este trabalho conheceu o libretista Ranieri de' Calzabigi, com o qual iniciou a chamada "reforma gluckiana”. (…)” (https://www...

O teatro permanecia no centro dos interesses de Christoph Willibald Gluck, e a sua primeira ópera lírica, Artaxerxes, baseada em…

MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo II - Parte 1.3) Christoph Willibald Gluck (1714 - 1787) “(…) O teatro permanecia no centro de seus interesses. Em 26 de dezembro de 1741, sua primeira ópera lírica, Artaxerxes, baseada em texto de Metastasio, foi bem acolhida pelo público do Regio Ducal Teatro de Milão. Sua afortunada estréia foi seguida por uma dezena de trabalhos escritos para teatros de Milão, Veneza e Turim, que lhe deram uma boa fama. (…)” (https://www.last.fm/pt/music/Christoph+Willibald+Gluck/+wiki) Christoph Willibald Gluck: Ópera “Alceste” (completa) “(…) Em 1745 mudou-se para Londres, onde com "A queda dos Gigantes", estreou, desta vez com pouco sucesso no King's Theatre. Ali encontrou Häendel - que não nutriu pelo jovem colega um afeto particular (após haver escutado esta ópera, ele declarou que seu autor entendia tanto de contraponto como seu cozinheiro) - e exibiu-se num concerto com ele. A grandiosa simplicidade do modelo teatral de Händel e, e...

Em Praga Gluck entra em contato com as obras italianas de Johann Adolf Hasse, baseadas…

  MÚSICA CLÁSSICA (1750 - 1810, Vol. VI, Capítulo II - Parte 1.2) Christoph Willibald Gluck (1714 - 1787) “(…) Em Praga Gluck entra em contato com as obras italianas de Johann Adolf Hasse, baseadas no modelo metastasiano, um modelo que triunfa em toda a Europa e que o compositor alemão conheceu ainda melhor quando mudou-se para Viena em 1735, trabalhando como "músico de câmara" junto ao príncipe Lobkowitz. (…)” (https://www.last.fm/pt/music/Christoph+Willibald+Gluck/+wiki) Christoph Willibald Gluck: Ópera “Orfeo ed Euridice”, Act II: Dance of the Blessed Spirits Christoph Willibald Gluck: Ópera “Alessandro” (Balletto, Les Amours d'Alexandre et de Roxane) Christoph Willibald Gluck: Ópera “Orfeo ed Euridice”: Symphony in G major, Wq. 30 Christoph Willibald Gluck: Ópera “Ezio”, Act I: Sinfonia (casa de C. W. Gluck em Viena) “(…) Ao deixar Viena, Gluck se transferiu a Milão com o nobre Antonio Maria Melzi, seu amigo e protetor. Mezzi confiou o jovem composito...